Usina de Tucuruí

A segunda maior usina hidrelétrica do país, Tucuruí, se localiza no Rio Tocantis no estado do Pará, na região norte. Inaugurada com atraso em novembro de 1984 no final do governo João Batista Figueiredo, ela fica atrás apenas da binacional Itaipu. A região também possui usinas menores como Balbina, no rio Uatumã, estado do Amazonas, e Samuel, no rio Madeira, estado de Rondônia.

Na maior parte do estado do Amazonas, a planície da bacia amazônica inviabiliza a construção de hidrelétricas, portanto o estado investe em termelétricas a base de gás natural.

A usina de Tucuruí fica a cerca de 300 km ao sul de Belém e tem uma capacidade geradora instalada de 8.370 MW. A usina atende principalmente a demanda residencial e industrial nos estados de Pará, Maranhão e Tocantins, e complementa também a demanda do resto do país. Na década de 1960, o projeto ganhou força por estimular a integração da região Norte com o resto do Brasil, e por suprir as necessidades energéticas da mineração desenvolvida na região.

A usina trouxe impactos ambientais, já que na época em que foi construída (durante a ditadura militar) não haviam grandes preocupações com o meio ambiente. Não houve preocupação em se construir uma “escada” para peixes  adaptados às corredeiras ou que migravam ao longo do rio. Além disso, o projeto inicial previa desmatamento da região a ser alagada, mas no fim apenas 140 km² dos 2.850 km² foram limpos, com perda de 2,5 milhões de m³ de madeira potencialmente

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